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Edição de hoje13 histórias · 628 matérias comparadas0 pontos cegosAtualizado · Agora mesmo
Economia·6 fontes Análise Argos

Crise do Ueno Bank no Paraguai leva protestos a Assunção e pressiona o presidente Santiago Peña

O Banco Central do Paraguai (BCP) iniciou um processo de resolução do Ueno Bank, banco digital com cerca de 3 milhões de clientes, após identificar insuficiência no índice de solvência. Segundo VEJA Economia, o indicador ficou abaixo de 50% do mínimo exigido. A decisão foi tomada na segunda-feira (2) e anunciada na terça-feira (3), quando o presidente do BCP, Carlos Carvallo, renunciou. Carvallo afirmou que permanecerá no cargo enquanto os procedimentos de resolução forem conduzidos. Clientes ficaram sem acesso ao dinheiro depositado e se reuniram diante de agências fechadas. Segundo a Revista Forum, na noite de terça-feira, correntistas e aposentados protestaram diante do Congresso Nacional e da residência presidencial, e a Polícia Nacional conteve manifestantes que tentaram avançar sobre o prédio do Congresso. Parlamentares da oposição começaram a recolher assinaturas para um pedido de impeachment contra Peña e o vice Pedro Alliana, segundo a Revista Forum. O banco, controlado pelo Grupo Vázquez, mantinha entre US$ 800 milhões e US$ 850 milhões em recursos públicos, incluindo cerca de US$ 380 milhões ligados ao fundo estatal de previdência e saúde. Peña foi sócio comercial do grupo controlador até março de 2025, segundo Metropoles Mundo e Terra; a Revista Forum cita abril de 2025 como data da saída da Ueno Holding. O Ministério Público foi acionado: InfoMoney Geral e Agência Brasil Internacional dizem que ele solicitou a abertura de investigação criminal, enquanto Metropoles Mundo afirma que o órgão determinou a prisão de dirigentes ligados à instituição. O Banco Central afirma que o caso é isolado e que a garantia de depósitos cobre até 75 salários mínimos, valor que varia entre US$ 38 mil (Metropoles Mundo) e US$ 39 mil (Agência Brasil Internacional). Peña rejeita acusações de favorecimento. O impeachment depende de aprovação por dois terços da Câmara e de julgamento pelo Senado, segundo a Revista Forum.

Atualizado · 35min atrás

Esquerda 17%Centro 33%Direita 33%
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Justica·11 fontes Análise Argos

PF deflagra Operação Ifrit contra organização de tráfico transnacional em sete estados

Mundo·29 fontes Análise Argos

Democratas conquistam maioria na Câmara e no Senado dos EUA nas eleições de meio de mandato

Politica·7 fontes Análise Argos

Após derrota de Flávio Bolsonaro para Lula, casos de assédio eleitoral e hostilidade são relatados

Cobertura comparada · 9 histórias

Economia·5 fontes Análise Argos4h atrás

Riscos fiscais da União caem para R$ 4,87 tri em 2025, mas seguem elevados, segundo o Tesouro

O Tesouro Nacional divulgou nesta terça-feira (3) o Relatório de Riscos Fiscais da União (RRFU), no qual os riscos fiscais estimados para a União somam R$ 4,87 trilhões em 2025, ante R$ 5,09 trilhões em 2024, segundo o Valor Economico. Esse valor representa mais de um terço do PIB. Os riscos são eventos com possíveis impactos sobre as contas federais que estão fora do controle do governo, sobretudo precatórios. As ações judiciais respondem por 47% do total: o estoque somava R$ 2,27 trilhões em 2025 e caiu para R$ 2,19 trilhões no cálculo de junho deste ano. A queda decorre quase integralmente da reclassificação de ações previdenciárias de risco possível para remoto, segundo o diretor da IFI Alexandre Andrade. Os demais riscos citados são ligados a entes federativos (R$ 888,8 bilhões), dívida ativa (R$ 708,3 bilhões), garantias (R$ 336,6 bilhões) e fundos constitucionais (R$ 300 bilhões). O Tesouro também manteve a projeção de alta da dívida bruta do governo geral para até 89,7% do PIB em 2030, no PLDO de 2027. Atualmente o indicador está em 82,9% do PIB. No plano político, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, discute medidas de ajuste, como revisão de benefícios tributários e despesas obrigatórias, e a Diap aponta 124 dos 513 deputados como aliados fiéis de Lula. Há divergência de detalhe: o Valor cita valores de risco provável e possível em “milhões” que não fecham com o total, por isso esta divisão não é publicada aqui; o dado confirmado é o estoque total de R$ 2,19 trilhões em demandas judiciais.

InfoMoney GeralFolha Em Cima da HoraEstadao
Mundo·9 fontes Análise Argos9h atrás

Democrata James Talarico é eleito senador pelo Texas e Gina Hinojosa vence a disputa pelo governo estadual

Na terça-feira (3), nas eleições de meio de mandato nos EUA, o democrata James Talarico, de 37 anos, foi projetado como vencedor da disputa pelo Senado no Texas contra o republicano Ken Paxton, procurador-geral do estado. A projeção da Associated Press é citada pelo Valor Econômico e pela VEJA; o trecho da BBC Brasil lido não menciona a AP, e os títulos do UOL Notícias citam projeções das redes CBS e NBC. O Brazil Journal afirma que a margem foi de 20 pontos; os demais textos lidos não informam o número. A BBC Brasil diz que Talarico é o primeiro democrata a ocupar uma cadeira no Senado pelo Texas desde 1988, data também citada pelo Valor Econômico e pelo Brazil Journal. A VEJA fala em primeira vitória democrata em eleição estadual no Texas desde 1994. No mesmo dia, a democrata Gina Hinojosa venceu a disputa pelo governo do Texas com 57,1% dos votos, contra 41,6% de Greg Abbott, segundo o G1; o Brazil Journal fala em vantagem de 15 pontos, compatível com esses números. Há divergência sobre o mandato disputado por Abbott: o G1 usa “terceira reeleição” na linha fina e “quarto mandato consecutivo” no corpo do texto, enquanto o Brazil Journal diz “terceiro mandato consecutivo”. Sobre gastos, a BBC Brasil cita US$ 158 milhões de Elon Musk para um super PAC pró-Paxton, e a VEJA fala em cerca de US$ 200 milhões dele em esforços para manter a cadeira com os republicanos. Segundo o Valor Econômico, os democratas também viraram cadeiras na Carolina do Sul e na Carolina do Norte e mantiveram New Hampshire; estão a duas cadeiras da maioria no Senado, faltando confirmar o Michigan.

BBC BrasilG1 MundoVEJA Mundo
Politica·10 fontes Análise Argos11h atrás

PL deve oficializar Marinho ao Senado; decisão sobre a Câmara fica para a próxima semana

Em 3 de novembro de 2026, lideranças do PL trataram das eleições para as Mesas Diretoras do Congresso, marcadas para 1º de fevereiro de 2027. Segundo o Poder360, o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que o partido oficializará na quarta-feira (4) a candidatura do senador Rogério Marinho (PL-RN) à presidência do Senado, após reunião de líderes na sede da legenda, em Brasília. A CNN Brasil informou que parlamentares do PL preveem o anúncio para esta quarta, após reunião com senadores marcada para as 11h. Nenhuma das fontes confirma que o anúncio já ocorreu. Na Câmara, a posição do PL sobre apoiar a recondução de Hugo Motta (Republicanos-PB) ou lançar candidatura própria segue indefinida: o Terra diz que o partido definirá sua posição na próxima semana. O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) disse que prefere abrir mão da presidência da CCJ a apoiar Motta; segundo o Poder360, a posição é pessoal e não uma decisão da bancada. O Novo anunciou candidatura própria à presidência da Câmara, por meio do deputado Marcel van Hattem (Novo-RS). No Senado, Marinho disse à JOTA que ele e a senadora Tereza Cristina (PP-MS) têm acordo para não disputar a presidência « um contra o outro ». Segundo a VEJA Brasil, Tereza não confirmou o acordo e reiterou o desejo de ser a primeira mulher a presidir a Casa. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), busca a reeleição; o Estadão afirma que a federação União-PP declarou apoio a ele. A VEJA Brasil diz que a eleição exige 41 votos e que o PL, com a maior bancada, depende de adesões externas. O Estadão cita 29 senadores para o PL a partir de 2027. Uma informação de prazo e de número de deputados atribuída ao Poder360 não aparece no texto disponível e foi retirada deste resumo.

UOL NotíciasPoder360Poder360
Justica·11 fontes Análise Argos12h atrás

Justiça de SP suspende parte das novas regras da Meta e proíbe uso de conteúdo jornalístico sem autorização para IA

A 44ª Vara Cível de São Paulo, com decisão do juiz Guilherme Madeira Dezem, concedeu liminar às associações ANJ, Abert e Aner contra a Meta. A decisão suspende parte dos Termos Comerciais da empresa, previstos para entrar em vigor em 20 de novembro, que permitiriam acessar, copiar, armazenar e analisar reportagens, fotos e vídeos dos sites dos veículos. Também proíbe o uso de conteúdos protegidos por direitos autorais para treinar ou alimentar sistemas de IA, inclusive a Meta AI, até o julgamento final. A Meta deve manter contas, páginas e ferramentas dos veículos associados em funcionamento, sem punições por recusa aos novos termos. Multa diária de R$ 1 milhão por descumprimento, limitada a R$ 100 milhões. Segundo as fontes, a Meta não comentou a decisão. Em 28 de outubro, Andy Stone disse que a empresa consultaria representantes do setor e que os termos atuais seguiriam em vigor nesse período. A liminar vale até o julgamento definitivo; as partes têm 30 dias úteis para formular o pedido principal e a Meta tem cinco dias para contestar. O UOL informa que a decisão brasileira é a primeira conhecida concedida a uma coalizão de associações de veículos contra essas alterações, e cita decisão anterior de um tribunal da Noruega. Divergência de data: a Folha Em Cima da Hora traz “11/03/2026” no rodapé, enquanto Poder360 e Metropoles datam a decisão em 3 de novembro; a maioria das fontes indica terça-feira (3). Vários textos foram extraídos apenas parcialmente.

Valor EconomicoRevista ForumInfoMoney Geral
Direitos Humanos·5 fontes Análise Argos12h atrás

Gilmar Mendes cobra informações sobre violência contra indígenas após as eleições de 2026

Na terça-feira (3), o ministro Gilmar Mendes, do STF, determinou na ADPF 1.059, ação apresentada pela Apib, que o governo de Mato Grosso do Sul e órgãos federais prestem informações em até cinco dias sobre relatos de violência contra indígenas após o segundo turno das eleições presidenciais, realizado em 25 de outubro. Segundo a Valor, foram intimados o governo estadual, a AGU, os Ministérios dos Povos Indígenas, da Justiça e Segurança Pública e dos Direitos Humanos, a Funai, o MPF em Mato Grosso do Sul e a Apib; a ConJur, que detalha a decisão, cita oito destinatários. A data aparece como “terça-feira (3/11)” na ConJur e como “terça-feira (3)” na Valor. Os relatos citados incluem assassinatos, ameaças de morte, incêndios e denúncias de envenenamento de água em Tacuru, onde servidores municipais foram afastados após áudios com ameaças. A Revista Fórum informa que a Apib registrou “mais de 30 denúncias de violência” desde o segundo turno, que o Cimi acompanha pelo menos cinco mortes de indígenas Guarani Kaiowá e que há atos marcados para quarta-feira (4) em Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. A Valor também cita o ministro Guilherme Boulos, que falou em 45 vítimas de violência política desde o dia 24, dez mortes, entre elas três indígenas. Esse número tem escopo geral de violência política, não apenas contra indígenas, e não é diretamente comparável às mais de 30 denúncias da Apib. Segundo a decisão citada pela Valor e pela ConJur, o governo federal enviou uma comitiva interministerial a Mato Grosso do Sul para verificar as denúncias in loco, formada por representantes dos Ministérios dos Direitos Humanos, dos Povos Indígenas e da Justiça e Segurança Pública. O MPF abriu investigação sobre as acusações, e a Fórum informa que o Ministério dos Povos Indígenas acionou a Polícia Federal. Os textos disponíveis são trechos e resumos: a JOTA só tem manchete e linha fina, e a VEJA traz trechos parciais, por isso não há leitura integral de todas as fontes.

Revista ForumConJurValor Economico
Economia·11 fontes Análise Argos12h atrás

Dólar fecha perto de R$ 5,48 e Ibovespa cai 1,42% após feriado e sexta queda seguida

Na terça-feira (3/11), o Ibovespa fechou em queda de 1,42%, aos 165.528,92 pontos, na primeira sessão de novembro após o feriado de Finados, e registrou a sexta queda consecutiva desde a reeleição de Lula em 25 de outubro. Segundo a Agência Brasil, o índice chegou à mínima de 164.446,53 pontos e atingiu o menor nível desde janeiro. O dólar subiu, com divergência entre as fontes sobre o tamanho da alta: a Agência Brasil e a Notícias ao Minuto falam em 0,74%, cotado a R$ 5,486, enquanto o Metropoles fala em 0,79%, a R$ 5,48, no maior valor de fechamento do ano. Entre os fatores citados estão a queda do petróleo durante o feriado, com expectativas de avanço nas negociações entre EUA e Irã, a repercussão de uma possível reunião entre Lula e André Lara Resende (que o ministro Dario Durigan negou), dúvidas fiscais e a expectativa pela decisão do Copom, prevista para quarta-feira (4/11), com a Selic em 13,75%. O Boletim Focus elevou a projeção de IPCA para 2027 de 4,34% para 4,76%, acima do teto da meta de 4,5%, e a estimativa da Selic para o fim de 2027 de 11,75% para 12,50%. A Petrobras esteve entre as principais pressões sobre o índice. O Metropoles informa queda de 6,15% nas preferenciais (PETR4), enquanto a manchete do Suno fala em queda de « quase 4% ». O Estadão, em artigo de opinião, cita outra sessão, a primeira após o segundo turno, em que o Ibovespa caiu 13,88% a 176.608 pontos e o dólar subiu 8,36%, com acionamento do circuit breaker; essa informação não tem correspondência nas demais fontes do lote, que mencionam nível acima de 205 mil pontos antes da eleição. Os textos foram lidos apenas em parte (trechos extraídos e linhas finas), e algumas matérias trazem só manchete e linha fina.

EstadaoNoticias ao Minuto Ultima HoraAgência Brasil Economia
Economia·5 fontes Análise Argos12h atrás

Economista André Lara Resende propõe redução gradual da Selic; governo e PT negam discussão da proposta

O economista André Lara Resende, um dos formuladores do Plano Real, propôs em artigo publicado em 25 de setembro de 2026 no Substack a criação de um Conselho Fiscal Monetário Nacional e a redução gradual da Selic dos atuais 13,75% ao ano para cerca de 7,5% em 12 meses. Segundo o texto, o principal motor do desequilíbrio fiscal seria o custo elevado da dívida pública, e não o déficit primário. A proposta ganhou repercussão após rumores de que teria sido apresentada ao presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No dia 3 de novembro de 2026, o economista John Cochrane, da Universidade Stanford, publicou no Substack a análise “Fisher and Resende in Brazil”, em que elogia o texto, mas manifesta “preocupações”, sobretudo com o lado fiscal. Na mesma data, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a proposta tem “deficiências” e não é discutida pelo Executivo, e o presidente nacional do PT, Edinho Silva, disse que ela “nunca foi debatida” com Lula ou com a legenda. O coordenador do programa de governo, José Sergio Gabrielli, disse ser favorável a um conselho fiscal e monetário, mas não à redução forçada dos juros. Os textos consultados não trazem a íntegra de todos os trechos citados, e alguns veículos só foram lidos por manchete e linha fina.

EstadaoFolha Em Cima da HoraPoder360
Politica·14 fontes Análise Argos12h atrás

Flávio Bolsonaro registra presença e vota remotamente na PEC da Segurança Pública no Senado a partir dos EUA

Na terça-feira (3), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registrou presença e votou a favor da PEC da Segurança Pública em sessão semipresencial do Senado, participando remotamente de Estados Unidos, para onde deixou o Brasil em 27 de outubro, após perder a eleição presidencial e depois de ser intimado a entregar o passaporte por ordem do ministro Alexandre de Moraes (STF). Segundo os textos, ele não comunicou a viagem à Mesa Diretora. A proposta foi aprovada em dois turnos. Revista Fórum e Estadão relatam 73 votos a zero no primeiro turno e 75 a zero no segundo; IstoE cita 73 a zero no primeiro turno; Valor afirma que ele votou nos dois turnos. O senador também votou contra o requerimento para separar a discussão sobre a redução da maioridade penal, que o Estadão relata ter sido afastada por 38 votos a 36. O líder do PL, Carlos Portinho, disse que Flávio trocou de número e habilitou o celular para votação remota por chamada de vídeo. Metrópoles Colunas relata uma tentativa anterior pelo celular que não funcionou; G1 e VEJA Brasil relatam o registro de presença. A PEC, apontada por vários textos como prioridade do governo Lula, incorpora o Sistema Único de Segurança Pública à Constituição e amplia a integração entre União, estados e municípios. Segundo o Estadão, a proposta ainda depende de promulgação pelo Congresso. Metrópoles Mundo relata que o deputado democrata Robert Garcia (EUA) pediu ao Departamento de Estado a deportação de Flávio “imediatamente”, em carta enviada na segunda-feira (2/11). Os textos disponíveis são parciais: Gazeta do Povo e Metrópoles Mundo foram lidos apenas por manchete, linha fina ou trecho inicial, e não se pode afirmar que foram lidos na íntegra.

EstadaoVEJA PoliticaGazeta do Povo Republica
Politica·30 fontes Análise Argos13h atrás

Senado aprova PEC da Segurança Pública em dois turnos, sem redução da maioridade penal

Na noite de terça-feira (3/11/2026), o Senado aprovou em dois turnos a PEC da Segurança Pública (PEC 18/2025). O placar foi de 73 votos a zero no primeiro turno e 75 a zero no segundo, segundo Agência Brasil, Camara dos Deputados, Estadão e InfoMoney. A Agência Brasil informa que eram necessários ao menos 49 votos favoráveis. O texto inclui o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na Constituição, amplia a atuação da União e a integração entre União, estados e municípios, e prevê regras mais duras para chefes de facções e milícias. Segue agora para promulgação pelo Congresso, sem data definida, segundo InfoMoney. Lula comemorou a aprovação e reafirmou a criação do Ministério da Segurança Pública. A Valor informa que a Esplanada terá 39 pastas e que o nome do titular ainda é incerto. O Metropoles Brasil relata que o governo prepara o desmembramento do Ministério da Justiça e Segurança Pública, informação que não aparece nos trechos da Valor disponíveis. Sobre a maioridade penal, um requerimento aprovado por 38 votos a 36 (Congresso em Foco e Revista Oeste; a Revista Oeste registra ainda uma abstenção) separou as emendas do texto da PEC, que passarão a tramitar em separado. As fontes divergem sobre a faixa proposta: a Agência Brasil fala em redução de 18 para 16 anos, ou até 14; o Poder360 em 16 anos para crimes hediondos; a InfoMoney em 16 anos para crimes graves e 18 nos demais casos. VEJA não traz faixa etária nos trechos disponíveis. Quanto à autoria, o Congresso em Foco cita emendas de Rogério Marinho (PL-RN), a A Pública diz que o texto seguirá o proposto por Camilo Santana (PT-CE), e a InfoMoney fala em proposta do governo. Estadão, G1 e IstoE relatam acordo entre governo e oposição para votar a redução na quarta-feira (4/11), mas as fontes consultadas não trazem o resultado dessa votação. Os trechos disponíveis não permitem confirmar o desfecho.

Gazeta do Povo RepublicaUOL NotíciasNoticias ao Minuto Ultima Hora